Marias, Joanas, Antonias... Elas são muitas!
Elas tem ocupado um espaço a cada dia mais notável dentro do lar, igreja e na sociedade
A mulher como a principal provedora do sustento familiar
O modelo de família tradicional de classe média brasileira, que consagrava uma divisão clara dos papéis em que geralmente o homem se envolvia com o trabalho remunerado, enquanto a mulher dedicava-se aos afazeres da vida familiar, incluindo a administração da casa e os cuidados com os filhos, passa a não ser mais tão comum em nossa realidade como no século XIX e início do século XX.
Todas as transformações na economia mundial resultaram, nos últimos anos, na redução dos empregos e no aumento da concorrência no mercado de trabalho. Ao mesmo tempo, houve a necessidade de criar novos empreendimentos no âmbito profissional e a mulher pode lançar mão de sua criatividade.
Atualmente, um número cada vez mais expressivo de mulheres trabalham fora de casa e contribui com a renda da família, além da maternidade, muitas mulheres se preocupam com sua realização acadêmica e valorizam a construção de uma carreira profissional, vislumbrando nessa atividade uma condição necessária ao sucesso da sua vida.
Mais do que ocupar um espaço justo na sociedade, elas devem ser donas do seu próprio destino, porque as mulheres mais felizes que eu conheço são aquelas que se vestem de si mesmas.
Seja você, seja Lisbela!
Adaptado por: Alline Oliveira

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